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25 julho

Storytelling: você já faz e não percebeu

Era uma vez, um príncipe vivia em um castelo onde nada de ruim era visto. O rei queria poupar seu filho das dores do mundo e fazia de tudo para que somente alegrias fizessem parte do seu dia. Até que um dia, ao escapar com um servo para fora do castelo, o príncipe viu a doença, a morte e a velhice. Eis que a curiosidade causada por estas visões fez o jovem iniciar uma jornada de busca para resolver os problemas do mundo. Depois de passar por desafios e ensinamentos, consegue chegar à iluminação e às respostas às suas primeiras perguntas. Assim, deixa um legado de sabedoria para a humanidade.

O parágrafo acima retrata a clássica estrutura da jornada do herói, o mais certeiro roteiro de storytelling de todos os tempos. Seja com a história citada acima de Sidharta Gautama, o Buda, ou com o Homem-Aranha ou com as histórias que personagens cotidianos, o esquema de criar e resolver conflitos atrai público desde sempre.

A CLÁSSICA JORNADA DO HERÓI

Fase Exemplo
1) Criar o cenário Era uma vez…
1) Surge o problema Até que um dia…
2) Identificação do problema Eis que…
3) Luta para resolver o problema Depois de…
4) Resolução e final feliz Assim, então

 

O termo storytelling ou contação de histórias pode parecer novo mas esteve desde sempre na comunicação das pessoas. O que acontece é que, com o excesso de informação disponível, passamos a selecionar rapidamente aquilo que nos interessa e o que não nos interessa. E aí que se retoma a importância da arte de contar histórias.

Segundo o especialista em conteúdo cultural Rodrigo Cogo, para se contar uma boa história é necessário entender suas etapas: “ouvir, aprender, descobrir, explorar, criar, comunicar e encantar”.

As marcas têm se utilizado cada vez do storytelling para defender suas bandeiras, lançar campanhas e fixar suas mensagens no público. Clique abaixo para conferir 3 exemplos de histórias bem contadas:

Chipotle

O premiado comercial da Chipotle ganhou o mundo em 2012 com as regras de ouro do storytelling: simplicidade, emoção, empatia com uma necessidade das pessoas. E para não deixar brechas pra alguém escapar, ainda colocam Willie Nelson cantando Cold Play. E a bandeira levantada com este comercial de 2012 teve continuação em 2014 com outro vídeo premiado:

 

Lego

A história da criação de Lego rendeu uma animação de mais de 15 minutos. Mas acredite, a história é tão bem contada e recheada de desafios e superações que no fim nem parece muito tempo.

 

 

Under Armour

Este vídeo de 2015 explora a história pessoal da bailarina Misty Copeland, uma das maiores bailarinas da atualidade e considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. A música, o áudio ao fundo com voz infantil e o cenário simples fazem deste vídeo um ótimo exemplo de uso da história para vender um conceito, uma ideia.

 

 


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