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21 setembro

Storytelling para publicações impressas e digitais

O que é uma revista senão uma curadoria de histórias? Desde sua criação, as revistas nasceram com o DNA de aprofundamento de histórias que no dia a dia passariam despercebidas. Algumas revistas, inclusive, têm o storytelling em sua missão, como é o caso da tradicional National Geographic:

“Nós acreditamos no poder da ciência, da exploração e do storytelling para mudar o mundo”

A vantagem das publicações modernas é que as histórias não precisam estar em texto somente. Fazer uso da chamada muliplataforma, ou seja, impulsionar o leitor de um artigo de uma publicação digital para um vídeo ou compartilhar algo – positivo, de preferência – em sua rede social é o gol de todo publisher. Grandes players de mídia como a Sky News e Mashable têm tido sucesso na adaptação de suas histórias publicadas na TV ou em seus sites para as várias redes sociais. No Brasil, quem tem utilizado com sucesso o stoytelling nas várias mídias é a Revista Trip. Produtora de uma grande quantidade de conteúdo, a revista de comportamento é uma boa referência quanto à adaptação dos seus artigos publicados para as várias mídias.
Revista impressa
Matéria completa com oito páginas e uma entrevista com o personagem central da matéria.
Site da Revista
Versão reduzida do texto publicado sem a entrevista com o personagem e outra edição para os textos.

site

 

Facebook
Um GIF com fotos do personagem chama a atenção para um link. O link leva para o editorial da revista, que trata do tema da matéria.

surfista

 

Instagram
Uma das imagens do personagem é ladeada pelas hashtags #Surf #Havaí #Waimea

insta

 

Twitter
Foto não utilizada nas outras redes sociais é o chamariz para o link que leva para o site.

twitter

É possível ganhar dinheiro com sua revista digital. Confira o nosso post que traz dicas e cases de quem monetiza bem seu conteúdo online. 

Ampliando um pouco o leque de casos de sucesso em storytelling, selecionamos alguns cases recentes que levam a contação de histórias para diversas mídias e eventos.

Case Desperados

A marca Desperados foi patrocinadora do projeto “Madrugada Desperada”, série do canal Urban Feed e apresentada por Fernanda Young, que contava a história de artistas de rua da madrugada paulistana. Além da série, em abril e maio desse ano surgiu a “Galeria Desperada” que contou com instalações artísticas de personagens da série e oito festas na Galeria Ouro Fino, representante da cultura urbana de São Paulo.

Case Stella Artois

A cerveja Stella Artois financiou um documentário que foi fonte para uma campanha sobre o desaparecimento dos anúncios pintados à mão nos edifícios de Nova York. O documentário contava com depoimentos de artistas que ainda fazem esse tipo de trabalho nos muros da cidade.

Case American Express

A marca de serviços financeiros American Express desenvolveu um documentário com o objetivo de mostrar ao público mais sobre as comunidades carentes dos Estados Unidos.  O documentário mostra como são cobrados altos tributos para famílias carentes que utilizam o serviço de empréstimo e como a indústria de serviços financeiros e o governo podem ajudá-las.

Case Vans

A marca de tênis Vans foi responsável por uma série de documentários que contam a vida de jovens artistas e atletas que inspiram outras pessoas por conta da sua expressão criativa. A marca sempre foi conhecida por seus documentários. Seu primeiro sobre a cultura do skate foi lançado em 2001.

Caso Gillete

A marca de lâminas de barbear Gillete criou um pequeno filme de apenas 5 minutos que conta sobre como o beijo está em decadência e pode ficar prejudicado por conta dos pelos faciais. O documentário entrevista homens e mulheres para saber quando foi a última vez que eles beijaram alguém e se as mulheres se incomodam com barbas e bigodes.


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